FelipeFFalcão

Contos versos e poesias

Textos


 

Vai, pode ir, é o melhor

Pra você e pra mim

Porque eu já cansei de fingir

Que ainda dá pra seguir

 

Tantas noites tentando entender

O que nunca quis ficar

Me perdi tentando ser

Quem você queria amar

 

Já não sou mais eu

O que fui se perdeu

Ficou no tempo, ficou no ontem

Num amor que não soube esperar

 

Vai… me deixa aqui

Com o que restou de mim

Eu tentei, juro que tentei

Mas amar sozinho dói demais

 

Vai… não olha pra trás

Não sou mais aquele rapaz

Às vezes dizer adeus

É o único jeito de se salvar

 

Me olhei no espelho e vi

Alguém que eu não conhecia

Era só silêncio em mim

Onde antes havia poesia

 

Promessas viraram pó

No chão do nosso viver

Eu fiquei, você partiu

Sem saber quem ia sofrer

 

Já não sou mais eu

O que fui se perdeu

Ficou no tempo, ficou no ontem

Num amor que não quis ficar

 

Vai… me deixa aqui

Com o que restou de mim

Eu tentei, juro que tentei

Mas amar sozinho dói demais

 

Vai… não olha pra trás

Não sou mais aquele rapaz

Às vezes dizer adeus

É o último ato de paz

 

Se um dia lembrar de nós

Lembra sem culpa, sem dor

O que tivemos foi real

Só não foi pra durar, amor

 

Eu te libero, me liberto

Sem raiva, sem maldição

Só um coração cansado

Aprendendo a dizer não

 

Vai… pode ir enfim

Eu fico cuidando de mim

Porque às vezes partir

É não se perder de vez

 

Vai… segue teu caminho

Eu sigo o meu sozinho

O amor que eu senti por nós

Hoje eu guardo em silêncio… e paz

 

 

--//--

Não deixem de conferir a parte II do capítulo 29 da série de contos NO DIVÃ!

 

Está sendo uma aventura incrível dar vida a essa história, e eu espero de coração que vocês se encantem tanto quanto eu estou me encantando ao escrevê-la.

 

Venham comigo nessa jornada — a leitura já está disponível!

 

 

 

 

 

 

Felipe Felix Falcão
Enviado por Felipe Felix Falcão em 25/01/2026
Alterado em 25/01/2026
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