Vai, pode ir, é o melhor
Pra você e pra mim
Porque eu já cansei de fingir
Que ainda dá pra seguir
Tantas noites tentando entender
O que nunca quis ficar
Me perdi tentando ser
Quem você queria amar
Já não sou mais eu
O que fui se perdeu
Ficou no tempo, ficou no ontem
Num amor que não soube esperar
Vai… me deixa aqui
Com o que restou de mim
Eu tentei, juro que tentei
Mas amar sozinho dói demais
Vai… não olha pra trás
Não sou mais aquele rapaz
Às vezes dizer adeus
É o único jeito de se salvar
Me olhei no espelho e vi
Alguém que eu não conhecia
Era só silêncio em mim
Onde antes havia poesia
Promessas viraram pó
No chão do nosso viver
Eu fiquei, você partiu
Sem saber quem ia sofrer
Já não sou mais eu
O que fui se perdeu
Ficou no tempo, ficou no ontem
Num amor que não quis ficar
Vai… me deixa aqui
Com o que restou de mim
Eu tentei, juro que tentei
Mas amar sozinho dói demais
Vai… não olha pra trás
Não sou mais aquele rapaz
Às vezes dizer adeus
É o último ato de paz
Se um dia lembrar de nós
Lembra sem culpa, sem dor
O que tivemos foi real
Só não foi pra durar, amor
Eu te libero, me liberto
Sem raiva, sem maldição
Só um coração cansado
Aprendendo a dizer não
Vai… pode ir enfim
Eu fico cuidando de mim
Porque às vezes partir
É não se perder de vez
Vai… segue teu caminho
Eu sigo o meu sozinho
O amor que eu senti por nós
Hoje eu guardo em silêncio… e paz
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Não deixem de conferir a parte II do capítulo 29 da série de contos NO DIVÃ!
Está sendo uma aventura incrível dar vida a essa história, e eu espero de coração que vocês se encantem tanto quanto eu estou me encantando ao escrevê-la.
Venham comigo nessa jornada — a leitura já está disponível!