FelipeFFalcão

Contos versos e poesias

Textos


Prisioneiro da paixão, sigo a vida,

Deixo ao coração ditar meu caminho;

Mesmo que a dor me encontre na subida,

Não quero caminhar jamais sozinho.

Não me curvo à tristeza desmedida,

Nem dou morada à sombra da solidão;

Sou romântico, e a alma, enternecida,

Faz do amor a sua inspiração.

Como não amar a vida, se ela encerra

O mais sublime dom que nos foi dado,

Essa breve passagem sobre a Terra?

Hei de ser feliz enquanto existir,

Pois fiz da paixão meu sonho sagrado,

E do amor, a razão para seguir.

Inspirado no belo soneto De Solano Brun MEUS TRISTES AIS.

—//—

ESCRAVO DA PAIXÃO

Ela passou por mim, fingindo não notar,

Rasguei aquela atitude com indiferença...

Mas o tempo não leva da bela presença,

O fogo de paixão, que não posso negar...

Escravo dum desejo que nunca suprime,

Fez-me enxergá-la em muitas mulheres...

Outras já falavam, serei tua se quiseres...

Mas aquela Deusa, tem algo de sublime...

Ousei inquiri-la, ao sentir minha chance

De um dia vir a Tê-la, por merecimento,

Mas minha incursão, só gerou tormento...

Se tivesse escolha com novos romances,

Tendo outra mulher no meu pensamento,

Mataria a paixão que toma o meu tempo

Obrigado nobre mestre JACÓ FILHO, por essa belíssima interação.

—//—

Não deixem de ler o Capítulo 17 da série policial O Silêncio das Estruturas.

Foi uma grande aventura escrever este romance, repleto de mistérios, segredos e reviravoltas. Espero que a leitura seja tão envolvente para vocês quanto a escrita foi para mim.

Depois da leitura, deixem seus comentários e feedback. A opinião de cada leitor é muito importante e ajuda a tornar esta jornada literária ainda mais especial.

Boa leitura!

Felipe F. Falcão

Felipe Felix Falcão
Enviado por Felipe Felix Falcão em 01/09/2026
Alterado em 06/09/2026
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