Prisioneiro da paixão, sigo a vida,
Deixo ao coração ditar meu caminho;
Mesmo que a dor me encontre na subida,
Não quero caminhar jamais sozinho.
Não me curvo à tristeza desmedida,
Nem dou morada à sombra da solidão;
Sou romântico, e a alma, enternecida,
Faz do amor a sua inspiração.
Como não amar a vida, se ela encerra
O mais sublime dom que nos foi dado,
Essa breve passagem sobre a Terra?
Hei de ser feliz enquanto existir,
Pois fiz da paixão meu sonho sagrado,
E do amor, a razão para seguir.
Inspirado no belo soneto De Solano Brun MEUS TRISTES AIS.
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ESCRAVO DA PAIXÃO
Ela passou por mim, fingindo não notar,
Rasguei aquela atitude com indiferença...
Mas o tempo não leva da bela presença,
O fogo de paixão, que não posso negar...
Escravo dum desejo que nunca suprime,
Fez-me enxergá-la em muitas mulheres...
Outras já falavam, serei tua se quiseres...
Mas aquela Deusa, tem algo de sublime...
Ousei inquiri-la, ao sentir minha chance
De um dia vir a Tê-la, por merecimento,
Mas minha incursão, só gerou tormento...
Se tivesse escolha com novos romances,
Tendo outra mulher no meu pensamento,
Mataria a paixão que toma o meu tempo
Obrigado nobre mestre JACÓ FILHO, por essa belíssima interação.
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Não deixem de ler o Capítulo 17 da série policial O Silêncio das Estruturas.
Foi uma grande aventura escrever este romance, repleto de mistérios, segredos e reviravoltas. Espero que a leitura seja tão envolvente para vocês quanto a escrita foi para mim.
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Boa leitura!
Felipe F. Falcão