Em seus olhos vejo a lua
Desenhando o que ficou
Um amor que ainda insiste
Mesmo quando tudo acabou
Sem anestesia ele grita
Mas ninguém pode escutar
Se esconde no meu silêncio
Só pra não te deixar
E no quarto escuro
Teu perfume ainda está
Me chama, me invade
Não quer me deixar
Refrão
(Deixa esse amor viver
Mesmo ferido assim
Se ainda dói em você
Também sangra em mim
E se for pra doer
Que doa até o fim
Mas não deixa morrer
O que ainda existe em nós)
No silêncio do quarto
Te procuro sem querer
No travesseiro, teu cheiro
É tudo que restou de você
Sem controle eu me perco
Nessa brisa de lembrar
Escrevendo em versos soltos
O que não sei explicar
E nas noites vazias
Você volta sem avisar
Me olha por dentro
Sem nem precisar falar
Refrão
(Deixa esse amor viver
Mesmo ferido assim
Se ainda dói em você
Também sangra em mim
E se for pra doer
Que doa até o fim
Mas não deixa morrer
O que ainda existe em nós)
Ah… esse sentimento não sabe partir
Fica entre a saudade e o que eu não vivi
Deixa esse amor viver
Mesmo sem direção
Se ainda bate em você
Ainda pulsa em vão
Mas não deixa morrer
O que ainda vive em nós
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Créditos: Inspirada no belo poema..."SEM ANESTESIA" Da poetisa Marisa costa... Vai a página da poesia e confira seu belo poema.
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Não deixe de ler o primeiro capítulo da série de contos O SILÊNCIO DE JUDITH, a história se passa no Rio de janeiro no ano de 1912.