Há como resistir?
Renda vermelha.
Sangue. Rubi.
O desejo não pede permissão —
invade.
Víscera acorda víscera.
A fera reconhece o chamado.
Mulher vestida de vermelho
não se olha:
sente-se.
Algo em mim rosna.
O corpo decide.
Fico bêbado.
De fome.
De instinto.

Inspirado no belo poema, CALCINHA VERMELHA do nobre mestre ELIE MATHIAS.
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TANYAVIX
Como fruta proibida a reluzir no olhar, Vermelha, doce, ousada, pronta a se entregar,
A calcinha comestível sussurra sem falar,
Promessas que derretem antes mesmo de acabar.
Grato nobre poétisa TANYAVIX, pela belíssima interação.
Se você ainda não leu os escritos dessa nobre poetisa, vá lá na página dela, você vai gostar.
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Não deixem de conferir o capítulo 28 da série de contos NO DIVÃ!
Está sendo uma aventura incrível dar vida a essa história, e eu espero de coração que vocês se encantem tanto quanto eu estou me encantando ao escrevê-la.
Venham comigo nessa jornada — a leitura já está disponível!