Groove suave, clima de praia ao entardecer
Oh oh... yeah, yeah...
Reaprender a viver... yeah..
Você me chamou pra sair,
Um jantar sem compromisso,
Conversa leve, risos fáceis,
Um vinho abrindo o sorriso.
Falamos da vida, das dores,
De amores que não deram certo,
Mas no teu olhar eu vi
Um novo começo por perto.
E se o destino quis brincar,
De fazer a gente se encontrar,
Talvez seja hora de deixar
O coração se libertar...
Sei, fomos machucados,
Cada um à sua maneira,
Mas o tempo é sábio,
E a vida é verdadeira.
Já sofremos demais por alguém,
Agora é tempo de querer bem,
De mãos dadas, sem se esconder,
Podemos juntos... reaprender a viver.
“yeah, yeah... reaprender a viver...”
Entre sorrisos e silêncios,
O toque acendeu o desejo,
E o medo se foi embora
No calor do teu beijo.
Não sei o que vem depois,
Nem quero pensar no amanhã,
Mas sinto que entre nós dois
O amor voltou pra manhã.
Sei, fomos machucados,
Cada um à sua maneira,
Mas quando o amor é leve,
A alma fica inteira.
E se for pra valer, meu bem,
Que seja pra sempre também,
De mãos dadas até o amanhecer,
Podemos juntos... reaprender a viver.
“Ah, deixa o vento levar... yeah...
O amor vai ensinar...
Reaprender a viver...”
Sei, fomos machucados,
Cada um à sua maneira,
Mas o tempo é sábio,
E a vida é verdadeira.
(Reaprender a viver...)
De mãos dadas até o amanhecer,
Podemos juntos...
Reaprender a viver.
--//--
Não deixem de conferir o capítulo 10 da série de contos NO DIVÃ!
Está sendo uma aventura incrível dar vida a essa história, e eu espero de coração que vocês se encantem tanto quanto eu estou me encantando ao escrevê-la.
Venham comigo nessa jornada — a leitura já está disponível!