Muitos homens passam toda uma vida, Em busca da tão sonhada felicidade Quando a encontram, Não a reconhecem...
Outros têm uma vida plena, Repleta de momentos de felicidade Mas não sabem aproveitá-la Pois se prendem a coisas fúteis...
Não percebem que a felicidade, A tão almejada, está em seu jardim... No cantar dos pássaros, Na brisa que lhe beija a face ao amanhecer
Na esposa, que anseia a sua volta, A cada vez que sai para o trabalho... No grito de alegria dos filhos, Ao saírem porta afora, bradando triunfante,
Mamãe! Mamãe! O papai está chegando... Ah! A felicidade não é algo que se pode comprar, Mas, se pode vê-la, pode ser sentida Basta olhar com olho da alma e do coração
Dum mar de amor, somos no horizonte,
A luz percebida, por quem ama alguém.
Somos a referência, pra quem vai além.
Buscando alentos, que na dor, esconde.
Somos as marés, que avançam silentes
Sobre apaixonados, que sequer sabiam.
Só quando afogados em grande euforia,
Veem novas cores no mesmo ambiente.
Somos abstratos em mentes incrédulas,
Concretos e moldáveis na visão poética,
Como se das luzes sua origem estética.
Pensam nos ter os que adoram cédulas,
E lidam conosco de uma forma patética.
Somos pra boa vida, energias cinéticas.